O Mito de Sísifo

O Mito de Sísifo

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SINOPSE

Um homem carrega uma pedra enorme até ao cimo de uma montanha, com grande esforço e sofrimento físico. Aí chegado, deixa que a pedra se solte das mãos e role pela encosta abaixo. E novamente todo o processo se inicia, repetindo-se por toda a eternidade. Não há castigo mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança, terão pensado os deuses que assim condenaram Sísifo. Publicado pela primeira vez em 1942, O Mito de Sísifo é considerado um dos mais influentes ensaios do século xx, uma exposição pungente do pensamento existencialista, peça central na filosofia do absurdo de Albert Camus. A tradução é de Urbano Tavares Rodrigues.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Intrigante
Tiago Magueta |2018-11-16
Uma reflexão filosófica sobre a vida, a morte, a maneira de viver e a maneira de morrer. Este livro aborda temas como o suicidio ou a vida sem propósito e faz-nos questionar o que será realmente melhor: Morrer satisfeito ou viver insatisfeito?
Recomendo
António |2015-02-26
Intrigante ensaio sobre o absurdo. Tudo revolve em torno deste termo. O que é absurdo, o que é O absurdo, a interpretação do conceito de Deus à luz do absurdo, entre outras variadas interrogações que tormentam A. Camus.

DETALHES DO PRODUTO

O Mito de Sísifo
ISBN:978-972-38-2935-8
Edição/reimpressão:08-2018
Editor:Livros do Brasil
Código:77030
Coleção:Dois Mundos
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 11 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:136
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios > Romance
Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
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