O Avesso e o Direito

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SINOPSE

O Avesso e o Direito foi o primeiro livro publicado por Albert Camus, em 1937, em Argel, tinha então vinte e três anos. Só em 1958, mais de vinte anos passados, Camus aceitou ver o título reeditado. E ao reler este conjunto de ensaios da sua juventude descobriu neles a raiz dos temas que alimentaria toda a sua obra. Aqui se apresenta o mundo de pobreza, de pó e de luz da sua infância, aqui se reflete sobre a solidão e a indiferença, aqui se vê despontar a descoberta do absurdo da existência. Este é pois um texto basilar para o conhecimento de um dos grandes autores da literatura moderna, que nunca perdeu, nas suas palavras, «o apetite desordenado de viver».
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um must have para fãs de Camus
Marisa Torres | 2021-02-18
Mesmo que não tenha lido Camus, este é um ótimo livro para começar. É, sem dúvida alguma, um dos melhores livros do autor.
A essência de Camus
GC | 2020-12-20
Nesta pequena coletânea de ensaios, encontramos a maioria dos temas que serão os pilares de todas as grandes obras de Camus, como "O Estrangeiro", "A Peste" ou (um dos meus favoritos) "O Exílio e o Reino". É um livro denso, como todos de Camus, mas com cenários mais simplistas que outras das suas obras - os temas existencialistas da condição humana, a morte, a vida, a solidão, a esperança ou desespero e sempre, o absurdo de todas as anteriores.

DETALHES DO PRODUTO

O Avesso e o Direito
ISBN: 978-989-711-082-5
Edição/reimpressão: 11-2020
Editor: Livros do Brasil
Código: 77483
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 80
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Livros > Literatura > Ensaios

sobre Albert Camus

Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
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