O Exílio e o Reino

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SINOPSE

O Exílio e o Reino é um conjunto de seis histórias de Albert Camus que decorrem em cenários tão distintos quanto a Europa, o Brasil e África. Um só tema, no entanto, as percorre a todas: o exílio, aqui abordado desde o monólogo interior até à descrição realista.

«O Reino, por sua vez, que também é referido no título», explica Camus, «coincide com uma certa vida livre e despojada que teremos de reencontrar, para podermos enfim renascer. O Exílio, de certo modo, mostra-nos as vias de acesso a essa outra vida, desde que saibamos nele recusar ao mesmo tempo a servidão e a posse.»

Publicado originalmente em 1957, poucos meses antes de Camus receber o Prémio Nobel da Literatura, este volume foi a última obra literária lançada em vida pelo autor.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Conjunto de histórias brilhante
Guilherme Cunha | 2020-07-03
Neste pequeno conjunto de histórias, e como nos habituou, o autor aborda com mestria temas como a liberdade individual, o dilema existencial, dicotomias (paradoxais, para o autor) como solidão e pertença, silêncio ou voz. Sem dúvida umas das minhas obras favoritas de Camus, onde demonstra uma grande maturidade literária.

DETALHES DO PRODUTO

O Exílio e o Reino
ISBN: 978-972-38-3097-2
Edição/reimpressão: 05-2019
Editor: Livros do Brasil
Código: 77462
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de Produto: Livro

sobre Albert Camus

Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
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