O Homem Revoltado

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SINOPSE

Escrito por um dos mais influentes pensadores do século xx, O Homem Revoltado é um ensaio em torno de dois conceitos-chave na obra de Albert Camus: o absurdo e a revolta. O impulso para a revolução é, para Camus, uma das dimensões essenciais do ser humano, expressa não só a nível individual, na constante luta do homem com a sua existência, mas também coletivo, nas sucessivas rebeliões populares contra a ordem instituída. Contudo, e pondo-se do lado da liberdade humana e da defesa da dignidade, o autor faz um apelo à reflexão – sobre as consequências da revolta, sobre os riscos da tirania, sobre as lições que se impõem no pós-Segunda Guerra Mundial. Eloquente, apaixonado, polémico, este texto abalou o panorama cultural francês assim que foi revelado em 1951 e, duramente criticado por Jean-Paul Sartre, acabaria com a amizade entre os dois autores.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Surpreendente!
José Manuel Rodrigues dos Santos | 2020-07-18
Este livro revolve no divórcio de Camus com muitos pensadores de "esquerda" da sua geração. Ao contrário destes, Camus não sobrepõe ideias abstratas ao assassínio e à escravidão. Um livro surpreendente para qualquer pessoa que o leia, questionando e criticando pessoas de todos os espectros políticos. Obrigatório para quem se interesse por filosofia, política e história.

DETALHES DO PRODUTO

O Homem Revoltado
ISBN: 978-989-711-054-2
Edição/reimpressão: 09-2019
Editor: Livros do Brasil
Código: 77469
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 328
Tipo de Produto: Livro

sobre Albert Camus

Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
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