O estrangeiro

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SINOPSE

Meursault recebe um telegrama: a mãe morreu. De regresso a casa após o funeral, enceta amizade com um vizinho de práticas duvidosas, reencontra uma antiga colega de trabalho com quem se envolve, vai à praia - até que ocorre um homicídio.

Romance estranho, desconcertante sob uma aparente singeleza estilística, em O Estrangeiro joga-se o destino de um homem perante o absurdo e questiona-se o sentido da existência. Publicado originalmente em 1942, este primeiro romance de Albert Camus foi traduzido em mais de quarenta línguas e adaptado para o cinema por Luchino Visconti em 1967, sendo indubitavelmente uma das obras-primas da literatura francesa do século XX. Esta edição foi revista de acordo com o texto fixado pelo autor.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Enigmático
Pedro Sério Cardoso |2019-02-03
As decisões pouco assertivas ou decididas, que não tomamos nos diferentes momentos das nossas vidas, resultam em acontecimentos, por vezes, tenebrosos. De fácil leitura, transporta-nos para o que deve ser a essência da vida, no que concerne à postura e relacionamento com os outros. Envolve-nos no enredo, de uma personagem enigmática.
Magistral
Carla |2019-01-26
A partir do conceito do Absurdismo, em que o acto de existir é absurdo pois a vida não tem um sentido prévio, Camus leva-nos a reflectir no sentido e no valor da vida. Obra essencial na estante de toda a gente!

DETALHES DO PRODUTO

O estrangeiro
ISBN:978-972-38-2923-5
Edição/reimpressão:06-2018
Editor:Livros do Brasil
Código:77029
Coleção:Dois Mundos
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 9 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:88
Tipo de Produto:Livro
Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
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