O estrangeiro

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SINOPSE

Meursault recebe um telegrama: a mãe morreu. De regresso a casa após o funeral, enceta amizade com um vizinho de práticas duvidosas, reencontra uma antiga colega de trabalho com quem se envolve, vai à praia - até que ocorre um homicídio.
Romance estranho, desconcertante sob uma aparente singeleza estilística, em O Estrangeiro joga-se o destino de um homem perante o absurdo e questiona-se o sentido da existência. Publicado originalmente em 1942, este primeiro romance de Albert Camus foi traduzido em mais de quarenta línguas e adaptado para o cinema por Luchino Visconti em 1967, sendo indubitavelmente uma das obras-primas da literatura francesa do século XX. Esta edição foi revista de acordo com o texto fixado pelo autor.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

Um livro que é um incómodo, um nó na garganta, um delicado soco sobre a existência e o seu absurdo.
Cláudia R. Sampaio
Um pequeno enorme livro que incomoda, perturba, destabiliza. Gosto de livros que me atinjam as emoções e os nervos.
Isabel Rio Novo

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Genial
Luciana Ramos | 2024-07-08
Meursault vive com grande indiferenciação ao mundo que o rodeia, é um ser vazio, como se não tivesse emoções, encara a morte da mãe como algo natural e leve e o possível casamento com Marie é algo que tanto lhe faz, poderia ser com ela ou com outra. Não sente remorsos do crime que comete, e encara a sentença que lhe é atribuída como algo que lhe é indiferente e nada demais, sentença esta que mais parece ser atribuída às atitudes do personagem perante o funeral/morte da mãe do que propriamente ao homicídio que cometeu. Recusa-se a ajudar o seu advogado, nega a existência de Deus, não acredita em Jesus e mais uma vez não demonstra remorso algum, tudo lhe é indiferente e apenas lhe resta aceitar o seu destino. Todos morremos e somos esquecidos, Marie poderia estar morta e assim pensou Meursault, não valeria a pena pensar nela, o mesmo aconteceria com ele, morreria e todos se esqueceriam dele, nada importa. No último momento, redescobre-se feliz, entende as razões da sua mãe, e prepara-se para começar a viver. Espera que no dia da sua execução uma grande multidão o receba com gritos. Dos melhores livros que li, sensacional.
O meu livro favorito
Lara Cardoso | 2023-12-15
Percebe-se, claramente, que o personagem principal não sente as emoções, dando-nos a sensação que anda no mundo sem grandes ambições e com um nível de apatia extremo, tal como se fosse um estrangeiro de si mesmo. E quantas vezes já não nos sentimos assim? Estranhos a nós mesmos? Este livro sem dúvida, consegue dar-nos uma visão sobre a vida, através do absurdismo. É capaz de adicionar leveza para quem tanto questiona o seu lugar no mundo.

DETALHES DO PRODUTO

O estrangeiro
ISBN: 978-972-38-2923-5
Edição/reimpressão: 07-2015
Editor: Livros do Brasil
Código: 77029
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Albert Camus

Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
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