O estrangeiro

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SINOPSE

Meursault recebe um telegrama: a mãe morreu. De regresso a casa após o funeral, enceta amizade com um vizinho de práticas duvidosas, reencontra uma antiga colega de trabalho com quem se envolve, vai à praia - até que ocorre um homicídio.
Romance estranho, desconcertante sob uma aparente singeleza estilística, em O Estrangeiro joga-se o destino de um homem perante o absurdo e questiona-se o sentido da existência. Publicado originalmente em 1942, este primeiro romance de Albert Camus foi traduzido em mais de quarenta línguas e adaptado para o cinema por Luchino Visconti em 1967, sendo indubitavelmente uma das obras-primas da literatura francesa do século XX. Esta edição foi revista de acordo com o texto fixado pelo autor.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O absurdo
Rui | 2021-04-07
Um romance de cariz ensaístico cujo tema é o absurdo. Camus, expoente do existencialismo e do absurdismo, utiliza a personagem Meursault para nos falar sobre o absurdismo. Não será de estranhar que os leitores considerem Meursault uma personagem excêntrica e estranha, mas trata-se, tão só, da conclusão de um dos raciocínios silogísticos do absurdo: se não há um sentido e uma finalidade na vida, então tanto faz aquilo que fazemos.
complexamente simples
Pedro | 2020-04-26
romance com uma mensagem intemporal

DETALHES DO PRODUTO

O estrangeiro
ISBN: 978-972-38-2923-5
Edição/reimpressão: 07-2015
Editor: Livros do Brasil
Código: 77029
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 88
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Albert Camus

Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
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