A Morte Feliz

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SINOPSE

Escrito quando o autor tinha vinte e poucos anos, mas apenas revelado após a sua morte, em 1971, o texto de A Morte Feliz é, em certa medida, a base a partir da qual se construiu a obra maior de Albert Camus, O Estrangeiro.

Esta é a história de Patrice Mersault, um operário franco-argelino, cujos passos acompanhamos até à casa da sua vítima e daí, em fuga, pelo exílio que impôs a si mesmo. O mar, o sol, as mulheres, a busca pela felicidade e a aceitação da morte constituem linhas-mestras neste texto que é um estudo sobre a luta do ser contra os grilhões da sua existência, mas também uma espantosa janela sobre a imaginação de um jovem autor, que se viria a revelar um dos maiores da literatura mundial do século xx.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Excelente livro
Guilherme Cunha | 2020-07-03
Sendo o livro que serviu de base para a magnum opus de Camus, "O Estrangeiro", o leitor pode revisitar os temas do absurdo existencialista e da revolta, tão presentes na filosofia e narrativa de Camus. Um livro de leitura mais fácil do que outros do escritor, em que a história apenas serve de motor para a articulação das ideias. Recomendo tanto para quem já conhece alguns trabalhos de Camus, como para quem nunca leu nada dele.

DETALHES DO PRODUTO

A Morte Feliz
ISBN: 978-972-38-3083-5
Edição/reimpressão: 11-2018
Editor: Livros do Brasil
Código: 77456
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 128
Tipo de Produto: Livro

sobre Albert Camus

Albert Camus nasceu em Mondovi, na Argélia, a 7 de novembro de 1913. Licenciado em Filosofia, participou na Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial e foi então um dos fundadores do jornal de esquerda Combat. Em 1957 foi consagrado com o Prémio Nobel da Literatura pelo conjunto de uma obra que o afirmou como um dos grandes pensadores do século XX. Dos seus títulos ensaísticos destacam-se O Mito de Sísifo (1942) e O Homem Revoltado (1951); na ficção, são incontornáveis O Estrangeiro (1942), A Peste (1947) e A Queda (1956). A 4 de janeiro de 1960, Camus morreu num acidente de viação perto de Sens. Na sua mala levava inacabado o manuscrito de O Primeiro Homem, texto autobiográfico que viria a ser publicado em 1994.
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