Os Maias

Os Maias

Eça de Queiroz
avaliação dos leitores (11 comentários)
(11 comentários)
ISBN:978-989-711-020-7
Edição/reimpressão:08-2017
Editor:Livros do Brasil
Código:77032
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SINOPSE

Eça de Queiroz retrata-nos, nesta obra, um largo fresco da sociedade portuguesa.

Como observa lucidamente Helena Cidade Moura, em Carlos da Maia, "uma educação exemplar não o liberta do peso da hereditariedade social. Personagens de um grande mundo, os netos de Afonso da Maia, vivificados e alimentados pela grande civilização europeia caem, apesar de tudo, ali numa rua ao Chiado".
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

DRAMA FAMILIAR
Sofia Sequeira |2017-10-12
"Os Maias", quem não o lê por obrigação? Quem não o teme as 700 páginas? Quem não salta as longas descrições? Para além dos temores, está a história de uma família, cheia de aventuras, decisões e arrependimentos: a família Maia e as suas gerações. O filho mimado de Afonso, os amores de Carlos, ... uma família governada pelo drama, arrependimento e pela felicidade. Um livro recomendado.
Os Maias e o estudo
Eunice Albuquerque |2017-10-04
Um livro sempre na moda e sempre actual. A prová-lo, a minha primeira leitura do mesmo nos meus tempos de escola e desta vez encomendado para um sobrinho, já que Os Maias vai ser conteúdo específico neste ano lectivo. Ao invés de lhe emprestar o meu, decidi oferecer-lhe um novo, pois todas as prateleiras pessoais deveriam ter este exemplar histórico da literatura portuguesa. Leitura obrigatória.

DETALHES DO PRODUTO

Os Maias
de Eça de Queiroz
ISBN:978-989-711-020-7
Edição/reimpressão:08-2017
Editor:Livros do Brasil
Código:77032
Idioma:Português
Dimensões:142 x 210 x 48 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:736
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance

sobre Eça de Queiroz

Eça de Queiroz
Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris.
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