O Mandarim

O Mandarim

Eça de Queiroz
ISBN:978-989-711-014-6
Edição/reimpressão:02-2014
Editor:Livros do Brasil
Código:77033
Coleção:Obras de Eça de Queiroz
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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado no programa de português do 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade III.

Ironista subtil, que, melhor do que outro qualquer romancista português, soube surpreender aspectos profundos da psicologia humana, Eça de Queiroz apresenta em O Mandarim uma das suas obras de mais flagrante verdade. Ocupando-se de um tema de origem francesa, o escritor soube imprimir-lhe um cunho fortemente pessoal, em que o sentido crítico e a mais risonha fantasia se conjugam e completam.
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DETALHES DO PRODUTO

O Mandarim
de Eça de Queiroz
ISBN:978-989-711-014-6
Edição/reimpressão:02-2014
Editor:Livros do Brasil
Código:77033
Coleção:Obras de Eça de Queiroz
Idioma:Português
Dimensões:140 x 210 x 10 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:184
Tipo de Produto:Livro

sobre Eça de Queiroz

Eça de Queiroz
Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris.
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