O Mandarim

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SINOPSE

Como Eça de Queiroz o definiu, O Mandarim é uma novela de carácter «fantasista e fantástico» que conta as desventuras de Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino, após descobrir um livro misterioso sobre um mandarim com uma riqueza incontável. Para herdar os seus milhões, basta tocar uma campainha, mas tal provocará a morte do velho Ti Chin-Fu. Aliciado pelo Diabo, Teodoro cede à ganância, iniciando depois uma quimérica viagem aos confins da China para desfazer o mal que provocou. Editada em 1880, apresenta-se nesta edição as duas versões que o texto conheceu: em volume e em folhetins, publicados no Diário de Portugal, permitindo a sua análise comparativa.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Um marco histórico
Susana Santos | 2019-10-17
Uma leitura obrigatória para quem se interessa por literatura portuguesa. Para os dias de hoje, è uma viagem pelas nossas raízes no sentido de que a escrita è bastante intensa e profundamente elaborado. Leitura obrigatória!

DETALHES DO PRODUTO

O Mandarim
ISBN: 978-989-711-067-2
Edição/reimpressão: 03-2020
Editor: Livros do Brasil
Código: 77033
Coleção: Obras de Eça de Queiroz
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de Produto: Livro
Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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