As Minas de Salomão

As Minas de Salomão

Eça de Queiroz
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SINOPSE

Vertido para língua portuguesa em 1891, este romance de Rider Haggard tornou-se, de algum modo, um clássico da nossa literatura. Sob a graça e a magia da prosa de Eça de Queiroz, As Minas de Salomão ganham novos motivos de interesse e de atractivo. Eça de Queiroz imprimia sempre a cada uma das suas páginas um carácter inconfundivelmente original. As Minas de Salomão não escapa a essa regra. O seu êxito, por isso mesmo, ultrapassou o tempo em que surgiu.

Enganar-se-ia quem imaginasse que Eça de Queiroz se limitou a traduzir Rider Haggard. Mais do que uma tradução, Eça efetuou uma verdadeira transposição em que a sua liberdade resultou numa criação original que encanta e seduz. Deste modo, pela pena de uma grande escritor, Rider Haggard alcançou entre nós uma notoriedade que de outro modo só dificilmente alcançaria.
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DETALHES DO PRODUTO

As Minas de Salomão
de Eça de Queiroz
ISBN:978-972-38-2917-4
Edição/reimpressão:10-2019
Editor:Livros do Brasil
Código:77034
Coleção:Obras de Eça de Queiroz
Idioma:Português
Dimensões:142 x 210 x 19 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:240
Tipo de Produto:Livro

sobre Eça de Queiroz

Eça de Queiroz
Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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