A Cidade e as Serras

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SINOPSE

Numa manhã de um Inverno frio e pessimista em Paris, o cosmopolita Jacinto decide regressar à sua Tormes natal, pacata vila das serras portuguesas, acompanhado por Zé Fernandes, narrador-personagem desta história. «Novela fantasista», assim lhe chamou Eça de Queiroz, A Cidade e as Serras faz um retrato dos contrastes entre a excitação da vida citadina e a genuína beleza da vida no campo.

Escrita na fase final da vida do autor, esta obra viria a ser publicada apenas em 1901, um ano após a morte de Eça de Queiroz.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Eça de Queirós, o autor de conforto
Cláudia Santos | 2026-01-04
A Cidade e as Serras é o livro mais atual que pode haver. A influência das tecnologias na vida do homem e o controlo de todos os seus movimentos. Jacinto vive uma vida mais tranquila, no campo, depois de se afastar do centro dos seus problemas, aproveitando cada segundo da sua vida de uma forma natural e sem complicações. Eça de Queirós, mais uma vez, leva-nós a uma viagem no tempo, sem sairmos do nosso próprio lugar. Uma viagem que nos faz refletir sobre o que é, afinal, o mais importante.
Adorei
Liliana Sobreira | 2026-01-02
O autor critica o excesso de tecnologia e o materialismo, usando humor e ironia. O livro faz-nos pensar que viver bem não depende de luxo, mas de uma vida equilibrada e mais próxima da natureza. É uma leitura fácil, com uma mensagem clara sobre o que realmente importa na vida.

DETALHES DO PRODUTO

A Cidade e as Serras
de Eça de Queiroz
ISBN: 978-972-38-2949-5
Edição/reimpressão: 03-2016
Editor: Livros do Brasil
Código: 77004
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 210 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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