O Egipto (eBook)

Notas de Viagem

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SINOPSE

Em finais de 1869, Eça de Queiroz, então com vinte e três anos, e o seu amigo Conde de Resende embarcaram em Lisboa rumo a Oriente. Levava-os o pretexto de assistirem às sumptuosas cerimónias de abertura do Canal do Suez, com passagem por Gibraltar, Malta, Alexandria e Cairo, e na vinda Eça trouxe consigo uma série de notas das suas observações, que viriam a espelhar-se em obras futuras como A Relíquia ou Correspondência de Fradique Mendes. Durante mais de cinquenta anos, estes registos permaneceram esquecidos entre os seus papéis, apenas organizados e dados a ler pelo seu filho já postumamente, em 1926. O esplendor dos cenários e das gentes, a excitação da aventura, o brilhantismo da prosa são ainda hoje encantatórios.
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DETALHES DO PRODUTO

O Egipto (eBook)
de Eça de Queiroz
ISBN: 978-989-711-298-0
Edição/reimpressão: 09-2025
Editor: Livros do Brasil
Código: 66169
Idioma: Português
Páginas: 244
Tipo de Produto: eBook
Classificação Temática: eBooks > eBooks em Português > Literatura > Literatura de Viagem
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor I
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

sobre Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.
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