O Crime do Padre Amaro

O Crime do Padre Amaro

Eça de Queiroz
ISBN:978-989-711-011-5
Edição/reimpressão:01-2014
Editor:Livros do Brasil
Código:77006
Coleção:Obras de Eça de Queiroz
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SINOPSE

O Crime do Padre Amaro apareceu, pela primeira vez, em folhetins, na "Revista Ocidental", em 1875, surgindo em volume no ano seguinte. Sabe-se, no entanto, como Eça de Queirós apurava de edição para edição as suas obras, alterando-lhes, por vezes substancialmente, o estilo, o enredo e a estrutura.
A fixação do texto e as notas desta edição de O Crime do Padre Amaro, assim como de todos os títulos subsequentes, são da autoria da Sra. Dra. Helena Cidade Moura, especialista de reconhecido valor no âmbito dos estudos queirozianos. A versão tomada como base foi a de 1880, última revista pelo autor.
Inclui-se também uma carta inédita de Antero de Quental, cujo manuscrito autógrafo incompleto se encontra na posse da família de Eça de Queirós e que nos foi amavelmente facultado.
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DETALHES DO PRODUTO

O Crime do Padre Amaro
de Eça de Queiroz
ISBN:978-989-711-011-5
Edição/reimpressão:01-2014
Editor:Livros do Brasil
Código:77006
Coleção:Obras de Eça de Queiroz
Idioma:Português
Dimensões:141 x 209 x 23 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:480
Tipo de Produto:Livro

sobre Eça de Queiroz

Eça de Queiroz
Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris.
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