2019-09-10

Da boémia Paris às praças de touros de Pamplona

Fiesta, livro de culto de Hemingway, retrata a chamada Geração Perdida dos anos 20

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A 12 de setembro a Livros do Brasil publica Fiesta – O Sol Nasce Sempre, um livro de culto de Ernest Hemingway que nos transporta para a boémia Paris dos anos 20, onde convive a disruptiva geração de artistas e escritores como Picasso, Miró, Matisse, Gertrude Stein, James Joyce, F. Scott Fitzgerald e o próprio Hemingway. Numa luta entre esta agitação e um sentimento de vazio, está um jornalista que, juntamente com outros intelectuais, viaja até ao universo mais tradicional de Espanha, em Pamplona.

Jorge de Sena, no prefácio a esta edição, por ele traduzida, defende Fiesta não só como um «documento imperecível de uma época e de um agrupamento humano, mas como autêntica obra de arte, escrita com a mais profunda e devastadora humanidade».

Sinopse:

O enredo de Fiesta – O Sol Nasce Sempre decorre na Europa do pós-Primeira Guerra Mundial. À exceção do toureiro Pedro Romero, todos os seus heróis são expatriados dos Estados Unidos da América ou da Grã-Bretanha, e todos eles, quer busquem aventura ou algo indefinido com que preencher o vazio das suas vidas, se instalam em Paris. É esta Geração Perdida a protagonista deste que foi o romance que, lançado em 1926, estabeleceu Hemingway como um dos grandes autores do século xx. No centro da história estão Jake Barnes e Brett Ashley – ele, rapaz infeliz; ela, dona de uma exuberância vibrante – e o seu percurso da Paris boémia às brutais praças de touros de Espanha, em dias de falência moral e dissolução espiritual, de amor frustrado e ilusões perdidas. Este é um romance de culto do período de entre as duas guerras e um retrato brilhante de uma geração de jovens intelectuais que para sempre o marcariam.

O autor:

Ernest Hemingway nasceu em Oak Park, no Illinois, a 21 de julho de 1899, e suicidou-se em Ketchum, no Idaho, em julho de 1961. Em 1953 ganhou o Prémio Pulitzer, com O Velho e o Mar, e em 1954 o Prémio Nobel de Literatura. Romances como O Adeus às Armas ou Por Quem os Sinos Dobram, além do já citado O Velho e o Mar, consagraram-no como um dos grandes nomes da literatura do século XX.

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