2018-05-03

Estrada para a Morte

Margery Allingham estreia-se na nova série da coleção Vampiro

Partilhar:

A 3 de maio a Livros do Brasil publica um novo número da Vampiro: Estrada para a Morte, de Margery Allingham, terceiro romance policial da autora e o primeiro em que o detetive Albert Campion surge como protagonista. Lançado em 1930, este livro anunciou a profícua carreira detetivesca de Campion e a afirmação da sua criadora como uma das damas da literatura policial britânica do século XX.

Na trama de Estrada para a Morte ficamos a conhecer o juiz Crowdy Lobbett, que luta há anos para pôr fim à atividade criminal do bando de Simister em Nova Iorque e está agora na posse de provas que podem vir de uma vez por todas revelar a identidade do seu líder diabólico. Mas após sofrer quatro tentativas de homicídio, não lhe resta alternativa senão atravessar o Atlântico e procurar a ajuda de Albert Campion, detetive amador de sangue nobre, discreto e enigmático, adepto de métodos de investigação muito pouco ortodoxos. Campion entrega Lobbett à tranquilidade da aldeia britânica de Mystery Mile, na pantanosa costa de Suffolk, mas assim que aí chega acontecimentos estranhos tomam conta do lugar: primeiro um suicídio, depois um desaparecimento e em seguida um outro. Para Campion, esta é uma corrida contra o tempo para garantir a segurança do juiz e decifrar as pistas que revelarão o nome do seu misterioso inimigo. Contudo, estará o juiz Lobbett a deixar algo por contar?

A AUTORA

Margery Allingham nasceu em Londres a 20 de maio de 1904. Incentivada pelo pai a escrever, publicou o primeiro conto aos treze anos numa revista e aos dezanove lançou o seu primeiro romance, Blackkerchief Dick: A Tale of Mersea Island, uma narrativa de suspense histórico. Estreou-se nas obras policiais em 1928, com The White Cottage Mystery, e no ano seguinte apresentou, em The Crime at Black Dudley, então ainda como personagem secundária, Albert Campion, o detetive que marcaria presença em cerca de duas dezenas dos seus romances e outros tantos contos. Com uma escrita marcada pela sofisticação, pela inteligência e por um apurado sentido de atenção ao detalhe, os seus policiais estão entre os mais reputados clássicos da literatura de mistério. Margery Allingham faleceu a 30 de junho de 1966.

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK