2019-09-10

Dez dias de mistério

Ellery Queen desvenda-nos dez dias de investigação

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A 5 de setembro chega às livrarias, na coleção Vampiro, o clássico de Ellery Queen Dez dias de mistério. Publicado originalmente em 1948, Dez dias de mistério marca o regresso de Ellery Queen à cidade imaginada de Wrightsville para uma das suas mais complexas e criativas aventuras detetivescas, que durará precisamente dez dias.

Neste livro, Howard Van Horn, filho do milionário Diedrich Van Horn, acorda numa pensão barata. Tem os nós dos dedos feridos, a cabeça ensanguentada e, quando se apercebe de que esteve inconsciente durante dezanove dias, convence-se de que o sangue que o cobre é prova de que alguém perdeu a vida. Atarantado pela amnésia, Van Horn procura o auxílio do seu velho amigo Ellery Queen e é por ele encaminhado de regresso à casa de família, em busca de respostas. Contudo, durante dez dias, estranhos crimes sucedem-se e a intriga assume contornos cada vez mais negros, até que sob o olhar arguto do detetive amador um padrão se vai revelando… Na Livros do Brasil estão já publicados, do mesmo autor, os livros Vivenda Calamidade, O mistério dos fósforos queimados, O enigma do sapato holandês e O mistério do ataúde grego.

O autor:

Ellery Queen é o pseudónimo conjunto de Frederic Dannay (de seu verdadeiro nome Daniel Nathan, nascido em 1905 e falecido em 1982, em Nova Iorque) e do seu primo Manfred B. Lee (Manford Lepofsky, também nascido em 1905 e falecido em 1971, naquela mesma cidade). Ambos com experiência em publicidade e leitores ávidos das histórias de Sherlock Holmes, a dupla escreveu o seu primeiro romance, O Mistério do Chapéu Romano, em 1929, apresentando então o detetive Ellery Queen, ele próprio escritor de romances policiais, formado em Harvard, dono de uma genialidade tão grandiosa quanto a sua arrogância. Até 1971, Ellery Queen foi autor e herói de mais de trinta romances, numerosas novelas, peças radiofónicas, filmes e séries de televisão. A par desta obra abundante e de qualidade, Dannay e Lee deixaram também a sua marca na história da literatura policial pela criação, em 1941, da Ellery Queen’s Mystery Magazine, famosa revista policial ainda hoje em atividade.

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