2018-06-28

A Porta das Sete Chaves

Um policial de Wallace com um ritmo acelerado e que inclui uma passagem pela ilha da Madeira.

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Depois de A Pista do Alfinete Novo, a Livros do Brasil lança a 5 de julho na sua coleção Vampiro A Porta das Sete Chaves, de Edgar Wallace, um dos livros mais lidos do autor e adaptado ao cinema em 1940 pelo realizador inglês Norman Lee. Numa história que envolve um herdeiro britânico numa viagem de trajetória impossível de acompanhar, um ladrão de automóveis convertido em motorista de um doutor em leis e um jardineiro madeirense portador de um precioso objeto, Edgar Wallace constrói em A Porta das Sete Chaves uma trama emocionante e cheia de reviravoltas.



Sinopse:

Em vésperas de deixar a Scotland Yard, o subinspetor Dick Martin recebe como última incumbência a captura de Lew Pheeney, um criminoso seu velho conhecido e principal suspeito do assalto ao Banco de Helborough. Mas este apresenta-lhe um álibi surpreendente: na mesma hora em que se dava aquele crime, encontrava-se a executar um serviço particular, um tanto sujo mas honesto, de arrombamento de fechaduras. Depois de uma conversa com a bela bibliotecária Sybil Lansdown e de uma visita ao doutor Stalletti por causa de um livro desaparecido, quando o subinspetor regressa a casa, depara-se com um Lew Pheeney aterrado, em fuga do homem que o contratara. Mas, afinal, que serviço foi esse? Pheeney acaba por confessar: «Estive a tentar abrir um túmulo.»

O Autor:

Edgar Wallace nasceu em Londres a 1 de abril de 1875 e foi um prolífico jornalista, dramaturgo e romancista. Abandonando a escola aos doze anos, Wallace alista-se no exército aos dezoito e passa sete anos na África do Sul, onde se estreia no jornalismo como correspondente da agência Reuters. Regressa ao Reino Unido em 1901 e publica em 1905 o romance Os Quatro Homens Justos, o primeiro de mais de cento e setenta títulos que publicaria ao longo de vinte e sete anos. Mais do que a construção de problemas complexos que desafiassem o leitor, Wallace privilegiou a elaboração de histórias policiais de ação e aventura, de ritmo acelerado, num estilo cinematográfico que resultou com efeito na adaptação ao cinema de vários dos seus livros, tendo sido inclusive coargumentista do filme King Kong de 1933. Morreu em Hollywood a 10 de fevereiro de 1932.

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