Um Dia na Vida de Ivan Deníssovitch

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SINOPSE

Às cinco da manhã, golpes de martelo sobre uma barra de ferro assinalam a alvorada. À noite, com a cabeça tapada por um cobertor fino e sujo, resta acolher o sono com a satisfação de se ter aguentado. Um Dia na Vida de Ivan Deníssovitch relata as experiências da jornada de um prisioneiro num gulag no Cazaquistão. Uma das três mil seiscentas e cinquenta e três jornadas que lá enfrentou. Expressamente citado pela Academia Sueca no momento da atribuição do Prémio Nobel de Literatura a Aleksandr Soljenítsin, em 1970, este foi o primeiro romance publicado na União Soviética revelando a vida nos campos de trabalho dos prisioneiros políticos e a repressão estalinista. Uma narrativa brilhante e densa, editada originalmente em 1962 e saudada em todo o mundo como símbolo da nova literatura russa.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

É de uma leitura apaixonante, e muito educativa, nos dias que correm.
Manuel Falcão, Jornal Negócios
Um Dia na Vida de Ivan Deníssovitch é um texto conciso que não requer horrores espetaculares nem artifícios de estilo para produzir efeito.
Luís M. Faria, Expresso
Não é só mais um livro de Soljenítsin (Nobel da literatura em 1970). Este volume simboliza bem o lugar do escritor russo, nascido em Kislovodsk em 1918, na literatura do seu país.
Pedro Dias de Almeida, Visão
Um dos grandes livros do Soljenítsin. […] recomendo aos pais, aos avós, que achem importante que os seus netos ou os seus filhos conheçam o que foi a história da União Soviética, o que foi o terror da perseguição das pessoas da União Soviética, o que foram os campos de concentração, que não deixem de ler. […] Não é muito grande, mas é muito, muito interessante e importante.
Paulo Portas, TVI
Para os desmemoriados destes dias: Um Dia na Vida de Ivan Denisovich, de Aleksandr Soljenítsin (Livros do Brasil), conta como eram a vida, a morte, o sofrimento e o fim do mundo no Gulag soviético em 1962. Podem reler.
Francisco José Viegas, Correio da Manhã

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Relata a verdade nua e crua daquilo que estes homens sofriam nos gulags
Laura S.M.M | 2022-04-05
Um Dia Na Vida de Ivan Deníssovitch é um relato do dia-a-dia de um prisioneiro político do regime soviético. Relata a verdade nua e crua daquilo que estes homens sofriam nos gulags... Estes, por vezes, eram presos sem saberem porque motivos. O autor apresenta-nos um relato bastante direto, não tenta romantizar a realidade dura pela qual ele também passou. Simplesmente descreve como as coisas eram, como receber um simples pão a mais naquele dia ou ter direito a mais uma dose de sopa... Porque como se sobrevive a um campo destes? É viver um dia de cada vez, pois onde eles estão nem Deus os poderá salvar. Um livro bastante interessante, recomendo a quem gosta da temática da 2GM a procurar também ler um pouco desta temática, pois sinto que não seja muito falada quando comparamos com os campos de trabalhos forçados nazis. Este livro ainda é bastante atual, deixa-nos a pensar no que poderia ser do mundo se deixássemos que politicas extremistas como as vividas na URSS, voltassem! Pensemos todos que nem tudo de bom está garantido... O que ocorre actualmente na Ucrânia é história a fazer-se, mas também é história a repetir-se!

DETALHES DO PRODUTO

Um Dia na Vida de Ivan Deníssovitch
ISBN: 978-989-711-117-4
Edição/reimpressão: 03-2022
Editor: Livros do Brasil
Código: 77531
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Romance
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1970

Aleksandr Soljenítsin nasceu em Kislovodsk, no Cáucaso, a 11 de novembro de 1918. Combateu na Segunda Guerra Mundial e esteve preso e internado em campos de trabalho forçado de 1945 a 1953, após críticas privadas a Estaline. Ilibado na sequência da «abertura» criada pelo famoso discurso de Krutchev denunciando os crimes estalinistas, foi professor e iniciou o seu percurso de escritor nos anos 50. Um Dia na Vida de Ivan Deníssovitch, classificado por Aleksandr Tvardovski, seu editor na revista Novy Mir, em 1962, como um «clássico», teve a sua publicação expressamente autorizada por Krutchev e foi estudado nas escolas. Mas a vida de escritor de Soljenítsin viria a ser atribulada e reprimida na sequência da recusa pela União dos Escritores da publicação de Pavilhão de Cancerosos e da atribuição do Prémio Nobel de Literatura em 1970. Pouco depois da publicação de O Arquipélago Gulag em Paris, em 1974, foi expulso da União Soviética, vivendo na Suíça, em França e nos Estados Unidos até à queda do Muro de Berlim, após o que regressou a Moscovo, em 1994, sendo recebido triunfalmente. Faleceu a 3 de agosto de 2008. As suas obras marcam indelevelmente a literatura russa do século xx, inserindo-se na grande tradição narrativa de nomes como Tchékhov, Tolstói e Dostoiévski.
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