O Mistério da Estrada de Sintra

O Mistério da Estrada de Sintra

Formatos disponiveis
9,90€
8,91€
-10%
EM
STOCK
COMPRAR
-10%
EM
STOCK
9,90€
8,91€
COMPRAR
I10% DE DESCONTO IMEDIATO
IEm stock - Envio imediato

SINOPSE

Em viagem de Sintra para Lisboa, o médico Dr.*** e o escritor F… são interceptados por um grupo de quatro mascarados, que os sequestram. Encaminhados, de olhos cobertos, para um prédio misterioso, é apenas quando as suas vendas são retiradas que os dois amigos descobrem os contornos macabros do rapto de que foram alvo - aos seus pés encontra-se o cadáver de um estrangeiro. Quem será este homem e qual a sua história? Publicado inicialmente nas páginas do Diário de Notícias, entre Julho e Setembro de 1870, sob forma de cartas anónimas, e nesse mesmo ano com edição em livro, O Mistério da Estrada de Sintra foi resultado da colaboração de dois grandes mestres, Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão. É considerada a primeira narrativa policial da literatura portuguesa.
Ver Mais

DETALHES DO PRODUTO

O Mistério da Estrada de Sintra
ISBN:978-972-38-2966-2
Edição/reimpressão:08-2016
Editor:Livros do Brasil
Código:77402
Idioma:Português
Dimensões:142 x 210 x 23 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:288
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance

sobre os autores

Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris.
Ver Mais
Ramalho Ortigão foi escritor e jornalista. Nasceu no Porto, onde foi criado pela avó, e estudou Direito em Coimbra, não tendo, porém, acabado o curso. Foi professor de Eça de Queirós, com quem escreveu um dos primeiros livros policiais da literatura portuguesa. Com Eça também fundou mais tarde As Farpas. Com Antero de Quental bateu-se em duelo, à espada, por causa de uma contenda decorrente da Questão Coimbrã. Figura destacada do século XIX, literário e intelectual português, e, em particular, da Geração de 70, foi um ilustre membro do grupo dos "Vencidos da Vida".
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK