Cristo Parou em Eboli (eBook)

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SINOPSE

Pequeno conjunto de casinhas empilhadas sobre um precipício de argila branca, Gagliano surge aos olhos de Carlo Levi, naquela tarde de agosto de 1935, como uma terra às portas da civilização, da História, da humanidade. «Nós não somos cristãos», dizem os seus habitantes. «Cristo parou em Eboli.» Foi para esta localidade, na região empobrecida e isolada da Lucânia, no sul de Itália, que o médico, pintor e escritor se viu enviado para confinamento por oposição ao regime fascista de Benito Mussolini. Durante os cerca de dez meses que ali viveu, Levi refletiu sobre aquela paisagem, as suas gentes e a sua resignação à pobreza, à ruralidade, à perpetuação das crenças dos antepassados. Em 1945, publicou o testemunho desta experiência, uma narrativa envolvente na qual se mistura ficção, memória, registo sociológico, ensaio e literatura de viagem. Considerada a obra-prima de Carlo Levi, Cristo Parou em Eboli foi adaptada ao cinema e estudada nas escolas italianas, permanecendo hoje como um importante retrato daquele período histórico e da divisão de um país.
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DETALHES DO PRODUTO

Cristo Parou em Eboli (eBook)
ISBN: 978-989-711-191-4
Edição/reimpressão: 09-2022
Editor: Livros do Brasil
Código: 69100
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Páginas: 240
Tipo de Produto: eBook
Classificação Temática: eBooks > eBooks em Português > Literatura > Ficção

sobre Carlo Levi

Carlo Levi nasceu em Turim a 29 de novembro de 1902. Formado em Medicina, cedo se envolveu em lutas antifascistas, tendo sido um dos membros fundadores do grupo Justiça e Liberdade. Em 1935, foi preso e enviado para Lucânia (atual Basilicata), no sul de Itália, onde esteve confinado até 1936. Foi o registo desse período de isolamento, num local remoto e pobre, que serviu de base a Cristo Parou em Eboli, publicado originalmente em 1945. Durante este período, desenvolveu também uma série de projetos artísticos, que viria a mostrar na Bienal de Veneza de 1954. Entre as suas obras literárias, destacam-se ainda L’Orologio (1950), Le Parole Sono Pietre (1955) e Il Futuro ha un Cuore Antico (1956). Foi também deputado do senado, como membro independente do Partido Comunista, entre 1963 e 1972. Faleceu em Roma a 4 de janeiro de 1975.
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