A Promessa

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SINOPSE

No momento em que Romain Gary se preparava para partir para a frente de batalha da Segunda Guerra Mundial, abraçou a mãe e assinou consigo mesmo um compromisso: iria fazer-lhe justiça, daria um sentido à incansável luta solitária daquela mulher para garantir ao filho apenas e só o melhor, e regressaria um dia a casa coberto de louros, «depois de ter vitoriosamente disputado a posse do mundo àqueles cujo potencial de crueldade aprendera a conhecer desde os primeiros passos». Este é o seu testemunho de vida, e é também uma sentida declaração de amor filial. Das recordações da infância em Vilnius à viagem para a Riviera francesa, dos primeiros ensaios na escrita à sua aventura de combate, A Promessa é um emotivo romance de memórias de um dos grandes autores do século XX, que se tornaria um marco da literatura francesa do pós-guerra. Foi vertido para português pela mão de Augusto Abelaira.
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DETALHES DO PRODUTO

A Promessa
ISBN:978-989-711-057-3
Edição/reimpressão:11-2019
Editor:Livros do Brasil
Código:77471
Coleção:Dois Mundos
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 22 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:320
Tipo de Produto:Livro
Romain Gary nasceu em 1914 em Vilnius, na Lituânia (então Polónia). Judeu de origem russa, emigrou com a sua mãe para Nice em 1928. Em 1940 junta-se ao general de Gaulle e às forças livres francesas em Londres e combate como navegador da esquadrilha «Lorraine» até ao final da guerra. Ferido, recebe a condecoração suprema dos combatentes franceses, Compagnon de la Libération e foi um dos poucos sobreviventes dos duzentos homens da esquadrilha. O êxito dos seus primeiros romances, Educação europeia e As raízes do céu (Prémio Goncourt 1956) tornaram-no imediatamente um escritor famoso em todo o mundo. Ocupou vários postos diplomáticos na Europa e nos EUA. Em 1975, escrevendo sob o pseudónimo Émile Ajar, ganhou de novo o Prémio Goncourt (caso «impossível» na história do prémio) com Uma vida à sua frente. Gary suicidou-se em 1980, pouco mais de um ano depois do suicídio da sua ex-mulher Jean Seberg. Deixou escrito um pequeno opúsculo intitulado Vida e morte de Émile Ajar, texto extraordinário onde revelou a «mistificação» Ajar.
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