A Esperança (eBook)

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SINOPSE

Os fascistas de Franco apertam o cerco a Madrid. Vindos de diferentes pontos do mundo, homens aventureiros e apaixonados juntam-se aos republicanos em brigadas internacionais que crescem na luta pela defesa dos valores democráticos. Entre eles está André Malraux, e é com base na sua experiência como chefe de esquadrilha na frente republicana da Guerra Civil de Espanha que publica, em 1937, A Esperança. Romance que toma partido, este é um livro amargo, relato de dor e derrota, mas também um testemunho inigualável de coragem, de companheirismo, de debate político e de um combate incansável pela liberdade. Uma das maiores obras jamais escritas sobre o drama espanhol de 1936-1939, a par de Por Quem os Sinos Dobram, de Ernest Hemingway, ou Homenagem à Catalunha, de George Orwell, A Esperança seria adaptada ao cinema pelo próprio Malraux e premiada em 1945 com o Louis-Delluc, «o Goncourt do cinema».
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Obra carismática
Marília Correia de Barros | 2019-03-05
A guerra civil é de todas as guerras a mais terrível, porque coloca de ambos os lados das barricadas irmãos, amigos, família, conhecidos, vizinhos. Neste livro, uma obra prima da literatura, André Maulraux, numa antítese ao título, mostra a dor, a mágoa, o sofrimento, a morte, espelhando de forma ímpar o horror da guerra civil em Espanha. Uma obra imperdível para quem já leu, reler e para quem ainda não leu, ler.

DETALHES DO PRODUTO

A Esperança (eBook)
ISBN: 978-972-38-2926-6
Edição/reimpressão: 06-2015
Editor: Livros do Brasil
Código: 68599
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Páginas: 520
Tipo de Produto: eBook
André Malraux nasceu em Paris a 3 de novembro de 1901. Figura central da cultura francesa do século XX, participou ativamente nas lutas revolucionárias do seu tempo e sobre elas produziu algumas das mais marcantes obras da literatura mundial, entre elas A Condição Humana (1933), centrado na revolução comunista chinesa, e A Esperança (1937), onde reflete a sua participação na Guerra Civil de Espanha. Membro da Resistência francesa durante a Segunda Guerra Mundial, dedicou-se à vida política no pós-guerra, tendo desempenhado o cargo de ministro da Cultura nos governos de Charles de Gaulle, entre 1959 e 1969. Morreu em Créteil a 23 de novembro de 1976.
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