Cristo com Carabina ao Ombro

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SINOPSE

Na primeira edição polaca deste livro, aparecida em 1975, dizia o próprio autor: «Pouco depois da morte de Che Guevara, o pintor revolucionário argentino Carlos Alonso pintou um quadro que imediatamente se tornou famoso em toda a América Latina: a figura de um Cristo de carabina ao ombro. O quadro de Alonso converteu-se desde então num símbolo artístico do guerrilheiro, do homem que combate a violência e a arbitrariedade na sua luta por um mundo diferente, justo e bom para todos os seres humanos.» É a eles, a todos os jovens rebeldes que lutam pela liberdade nos seus países, que se dedicam as reportagens reunidas neste volume. Kapuscinski apresenta aqui o seu próprio combate contra o silêncio noticioso em torno destas histórias de opressão, num périplo desde o Médio Oriente à América Latina, terminando em Moçambique, cuja guerra pela independência o autor acompanhou até esse histórico ano de 1974.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

[…] sobressai a clareza com que Kapuscinski relata os acontecimentos mais conturbados e o seu dom para captar os detalhes reveladores em frases lapidares.
José Cabrita Saraiva, Nascer do Sol

DETALHES DO PRODUTO

Cristo com Carabina ao Ombro
ISBN: 978-989-711-126-6
Edição/reimpressão: 05-2021
Editor: Livros do Brasil
Código: 77535
Coleção: Dois Mundos
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
Ryszard Kapuscinski nasceu a 4 de março de 1932 na cidade polaca de Pinsk, hoje situada na Bielorrússia. Estudou História na Universidade de Varsóvia e em 1955 começou a trabalhar como jornalista, escrevendo reportagens sobre a reconstrução da Polónia. Ainda nos anos cinquenta, foi pela primeira vez enviado como correspondente para a Ásia (Índia, Paquistão, Afeganistão) e para o Médio Oriente. Mais tarde, passou longos anos como correspondente em África e na América Latina. Considerado um dos grandes mestres do jornalismo moderno, Kapuscinski foi eleito em 1999 o melhor jornalista polaco do século XX e distinguido, em 2003, com o Prémio Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades. Faleceu a 23 de janeiro de 2007.
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