2021-09-17

Faulkner como Portugal nunca o leu

Ensaios, Discursos e Cartas Públicas é primeiro volume de textos de não ficção de William Faulkner publicado no mercado nacional

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A Livros do Brasil expande a sua coleção Dois Mundos – Não Ficção com aquele que é um verdadeiro acontecimento literário no País: a publicação da obra Ensaios, Discursos e Cartas Públicas, de William Faulkner.

Com seleção, tradução, prefácio e notas da especialista Margarida Vale de Gato, eis por fim a oportunidade de conhecer, na nossa língua, os escritos do autor sobre obras de pares como Hemingway ou Camus, os seus ensaios políticos, os seus discursos. Em todos estes textos desafiadores vamos encontrar peças pouco conhecidas de Faulkner, algumas da sua fase jovem, mas sobretudo muitas outras posteriores à fase pujante dos grandes romances. O retrato de «uma época em que o autor vê não só o indivíduo mas toda a humanidade a deixar de saber o que é».

 

O livro estará disponível nas livrarias a 16 de setembro.

 

Sobre o livro

Reunindo alguns dos mais significativos textos de não ficção publicados por William Faulkner ao longo de toda a sua carreira literária, o presente volume configura uma extraordinária porta aberta para o conhecimento deste que é um dos mais importantes nomes da literatura mundial do século xx. Intrigantes, perspicazes e por vezes altamente controversos, estes ensaios revelam não apenas os temas que mais cativaram Faulkner, da política à literatura e ao desporto, mas também a evolução das suas opiniões sobre os acontecimentos fraturantes do seu tempo, com particular destaque para as questões raciais. Este é um volume único, até agora inédito em Portugal, onde se inclui também o discurso proferido por ocasião da aceitação do Prémio Nobel da Literatura, com que foi distinguido em 1949.

 

Sobre o autor

William Faulkner nasceu a 25 de setembro de 1897 em New Albany, Mississípi. A decadência do sul dos Estados Unidos da América, onde sempre viveu, está no centro de grande parte dos seus romances, entre os quais se destacam O Som e a Fúria (1929), Luz em Agosto (1932) e Absalão, Absalão! (1936). Distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 1949, recebeu por duas vezes o prémio Pulitzer de Ficção, com A Fábula (1954) e Os Ratoneiros (1962). Autor central da literatura norte-americana e um dos maiores escritores do século xx, morreu a 6 de julho de 1962.

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